sábado, 11 de maio de 2013
Sem título
Com a ausência das artes, da música e das conscientizações ambiental e sustentável na educação brasileira, o povo vai se virando como pode. O jeitinho brasileiro circula na mídia, tendo a internet e a televisão como principais difusores. As sucessivas novelas são armas desleais, usadas pelos financiadores, carrascos da cultura. O jornalismo apodreceu há algum tempo. Ó! E agora? Quem poderá nos defender?
quinta-feira, 9 de maio de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Sem título
Depois da tempestade,
a calmaria
que precede a tempestade.
Assim é o mar.
Assim é a vida.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Sem título
Enquanto você se abstém
de fazer o bem,
no teu lugar e
no momento em que escrevo
estas palavras,
alguém,
provavelmente,
está praticando o mal.
Portanto, pense.
de fazer o bem,
no teu lugar e
no momento em que escrevo
estas palavras,
alguém,
provavelmente,
está praticando o mal.
Portanto, pense.
A flor amarela
Desabrocha a flor
com chuva e música.
Haja ou não primavera.
Haja música
e pétalas amarelas.
Como é lindo de ver
a flor a ser flor
por entre fauna e flora,
nessa noite de chuva e música,
em que o poeta só contempla
e vai embora.
Sem título
Ainda hoje
me privas do sono
quando das noites dilacerantes.
Mesmo após as sucessões
das espessas camadas de tempo.
Mesmo após o vento,
com suas esparsas rajadas de horas,
me trazer do trópico
o vigor deste momento.
Hoje, sou capaz de superar
a expansão do universo
quando viajo no tempo,
em pensamento,
no sentido daquilo
que guardo comigo,
pois tu não podes
guardar contigo.
terça-feira, 12 de março de 2013
Sem título
Sem ela,
por muito ou por pouco,
por alguns ou por tantos,
mesmo que por um instante,
mesmo que pra sempre...
Sem ela eu sou nunca,
num lugar onde o sempre e o instante
são a mesma espera.
Sem ela é sempre nunca,
num instante ou na eternidade.
Não existe intervalo onde o nunca impera.
Eu estou sem ela
e toda espera é sempre vã.
por muito ou por pouco,
por alguns ou por tantos,
mesmo que por um instante,
mesmo que pra sempre...
Sem ela eu sou nunca,
num lugar onde o sempre e o instante
são a mesma espera.
Sem ela é sempre nunca,
num instante ou na eternidade.
Não existe intervalo onde o nunca impera.
Eu estou sem ela
e toda espera é sempre vã.
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